Integrantes da REMA debatem os direitos humanos e as maternidades na luta contra a violência estatal
Atividades foram organizadas em Florianópolis (SC) em parceria com o Laboratório de Política, Direitos, Conflitos e Antropologia da UFSC
Na última semana, duas atividades aconteceram com o objetivo de debater os direitos humanos e as maternidades na luta contra a violência estatal. Elas foram organizadas em Florianópolis (SC) pelo Laboratório de Política, Direitos, Conflitos e Antropologia (LUPA), da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC), em parceria com a Rede Transnacional de pesquisas sobre maternidades destituídas, violadas e violentadas (REMA).
A primeira atividade aconteceu na sexta-feira (13), na UFSC, em formato da oficina “‘Direitos Humanos’: Moralidades, Mobilizações e Disputas”, ministrada pela antropóloga e coordenadora da REMA, Lucía Eilbaum. A oficina partiu do diálogo e da reflexão crítica sobre a relação entre direitos humanos e políticas públicas a partir da perspectiva antropológica, trabalhando situações empíricas relacionadas a estudos etnográficos em torno de temas sobre violência institucional e demandas por justiça, desigualdades urbanas, modos de governo e desigualdades sociais.
No sábado (14), no centro de Florianópolis, foi a vez de acontecer a roda de conversa “Direitos Humanos e maternidades na luta contra a violência estatal”, conduzida pela antropóloga e membro da REMA Flavia Medeiros, integrantes da Lupa e da RENFA de Santa Catarina e mulheres representando diversos ativismos em Florianópolis.
A roda recebeu Ivanir Mendes de Souza, integrante da RENFA-RJ e da Rede de Comunidades e Movimentos contra a Violência, e Lucía Eilbaum, para trocar saberes e experiências sobre as lutas e resistências contra a violência de estado nas suas diversas faces (encarceramento, violência letal, repressão, direito à moradia), sobre a importância de construir redes e alianças e sobre visibilização dessas violências e lutas.
Imagem de capa: Divulgação

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